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PMLL11 registra R$ 15,96 milhões em receitas e paga R$ 1,00 por cota

Mercado Financeiro - Investimentos

Foto: Suno/Banco

O fundo imobiliário PMLL11 apurou receita total de R$ 15,96 milhões em agosto de 2026, equivalente a R$ 1,14 por cota, conforme o informe mais recente do veículo. Após as despesas do período, o resultado distribuível somou R$ 13,03 milhões, ou R$ 0,93 por cota, sem impactos não recorrentes no mês. A gestão manteve a distribuição acima do apurado, reiterando a política de repasses mensais.

Resultados e distribuição do PMLL11

As receitas de agosto foram compostas por R$ 15,20 milhões provenientes de locações e por R$ 760,8 mil em receitas mobiliárias. As despesas totalizaram R$ 2,93 milhões, englobando gastos imobiliários, operacionais e financeiros, o que resultou no montante distribuível informado pela administração.

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No mês, o fundo distribuiu R$ 1,00 por cota, valor superior ao resultado do período, o que representa um dividend yield de 11,7% ao ano sobre a cotação de fechamento. Os recibos PMLL13 também receberam R$ 1,00 por recibo, em linha com o cronograma de pagamentos apresentado aos investidores.

Para o segundo semestre de 2026, a gestão indicou expectativa de manter os rendimentos em R$ 1,00 por cota, conforme sinalizado no material gerencial. Os proventos seguem isentos de Imposto de Renda para pessoas físicas, desde que observadas as condições previstas na legislação aplicável ao segmento de fundos imobiliários.

Portfólio, aquisições e alavancagem

O fundo encerrou o pipeline de investimentos da 7ª emissão após uma sequência de compras ao longo de 2026, com foco em ampliar e diversificar a exposição a shopping centers. Entre as movimentações mais recentes está a aquisição de 29% do Shopping Jardim Sul, anunciada em setembro, consolidando a estratégia de alocação.

No mesmo mês, houve a compra de participações no PrudenShopping (12%), no Shopping Granja Vianna (14%), no Natal Shopping (10%) e no North Shopping Maracanaú (15%), além da aquisição adicional de 5% do Shopping Plaza Sul. Em julho, o portfólio foi ajustado com o aumento de 8,56 pontos percentuais na participação do Shopping Taboão e a venda da fatia no Shopping Park Sul.

Em junho, a gestão concluiu a aquisição de 13,3% do Shopping Curitiba e a compra de cotas do RBR Malls, que agregou exposição ao Plaza Sul, ao Shopping Pátio Higienópolis e ao Shopping Eldorado. Segundo a administração, o conjunto de operações buscou diluir riscos por região, administradoras, perfis de consumo e bases de locatários, mantendo participações predominantemente minoritárias.

Nos dados operacionais de julho, o portfólio reunia 17 shopping centers, com 140,1 mil metros quadrados de ABL proporcional às participações e taxa de ocupação próxima de 96%. A carteira seguia distribuída entre diferentes estados e gestoras, incluindo ativos como Madureira Shopping, Maceió Shopping, Shopping Pátio Higienópolis, Rio Anil Shopping, Shopping Taboão, Shopping Eldorado, Suzano Shopping e Shopping Curitiba.

Na estrutura de capital, a alavancagem alcançou 8,1% em agosto. De acordo com a gestão, a dívida tem sido utilizada como instrumento para sustentar o crescimento e a qualificação do portfólio, com projeção de redução gradual desse nível nos anos seguintes. O objetivo declarado permanece no equilíbrio entre expansão, diversificação e conservação dos indicadores operacionais.

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