O fundo imobiliário HGLG11 figura entre os principais FIIs do segmento logístico no Brasil, com portfólio de galpões industriais e centros de distribuição ocupados por empresas de diversos setores da economia.
Sua atuação compreende aquisição, locação e desenvolvimento de empreendimentos, com foco na geração de receitas imobiliárias.
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Com presença em diferentes regiões do país, o FII reúne locatários ligados ao comércio eletrônico, à indústria e às operações logísticas.
Indicadores como composição do portfólio, prazos contratuais e níveis de vacância ajudam a entender seu funcionamento e desempenho recente.
HGLG11: perfil e estratégia
Gerido pela Pátria Investimentos, o fundo é um FII de tijolo, com gestão ativa e foco em empreendimentos logísticos.
De acordo com o relatório gerencial de setembro de 2026, a carteira somava 41 imóveis e 2,27 milhões de metros quadrados de área bruta locável (ABL), distribuídos por oito estados.
A maior concentração estava em São Paulo, com 56,9% do portfólio, seguida por Minas Gerais, com 18,3%. Entre as cidades com ativos, destacam-se Guarulhos, Vinhedo, Itupeva, Betim, Extrema, Goiânia e Simões Filho.
Portfólio, locatários e contratos do fundo
O fundo contava com 191 locatários, incluindo Mercado Livre, Shopee, Volkswagen, Electrolux e Decathlon. O comércio eletrônico respondia por 33% da receita contratada potencial, seguido por logística (15%) e automotivo (12%).
O prazo médio ponderado dos contratos (WALE) era de 4 anos. Além disso, 60% da receita contratada potencial estava vinculada a vencimentos previstos a partir de 2030.
Os contratos típicos representavam 69% da carteira, e o IPCA figurava como principal indexador dos aluguéis.
Vacância, projetos e dividendos do fundo
Em setembro, a vacância física atingiu 2,7%, ante 2,9% em agosto, enquanto a vacância financeira foi de 3,0%. A redução decorreu de novas locações nos empreendimentos CLE e Duque de Caxias.
Para janeiro de 2027, a gestão projetava vacância física de 3,5%. Entre os projetos em desenvolvimento, o HGLG Itupeva G400 alcançou 94,5% de execução física, e o HGLG Simões Filho G200 registrou avanço de 16,3%.
No histórico de dividendos, o fundo distribuiu R$ 1,10 por cota mensalmente entre outubro de 2025 e junho de 2026, elevando o pagamento para R$ 1,17 entre julho e setembro. A média dos últimos 12 meses foi de R$ 1,12 por cota.
Segundo indicadores da Status Invest, o P/VP era de 0,94, o patrimônio líquido somava R$ 7,59 bilhões e o valor patrimonial estava em R$ 166,43 por cota.
Essas informações reúnem os principais dados atualizados sobre o fundo imobiliário, com caráter exclusivamente informativo, sem constituir recomendação de compra ou venda de ativos.
