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Dividendos de FII somam 18,52% em um ano; lucro é de R$ 1,17 milhão

Gráfico em linhas

Imagem gerada por IA

O fundo imobiliário ARRI11 apurou resultado líquido de R$ 1,17 milhão em setembro de 2026, ante R$ 1,31 milhão em agosto. Mesmo com a redução do desempenho, a distribuição permaneceu em R$ 0,05 por cota, repetindo o patamar do mês anterior.

Com base na cotação de fechamento de 30 de setembro, o pagamento representou um dividend yield (DY) mensal de 1,03%. Em termos anualizados, o indicador alcançou 13,07%, de acordo com os dados da gestão.

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No acumulado de 12 meses, o dividend yield do fundo atingiu 18,52%. O histórico de 2026 indica redução nas distribuições: até fevereiro, eram R$ 0,09 por cota; entre março e julho, R$ 0,07; e, a partir de agosto, R$ 0,05, nível mantido em setembro.

ARRI11 reporta desempenho e distribuição no mês

A manutenção da distribuição em R$ 0,05 por cota ocorreu apesar do recuo do lucro líquido para R$ 1,17 milhão em setembro de 2026, ante R$ 1,31 milhão em agosto. Os indicadores de resultado e de distribuição refletem a posição do relatório gerencial de setembro de 2026.

A métrica de dividend yield (DY) mensal ficou em 1,03% com base na cotação de 30 de setembro, enquanto o cálculo anualizado indicou 13,07%. Em 12 meses, o yield acumulado foi de 18,52%, segundo a administração do fundo.

Composição de receitas e despesas do fundo

O desempenho mensal foi sustentado, principalmente, pela remuneração de Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs), que somou R$ 929,7 mil no período. A receita bruta totalizou R$ 1,45 milhão, frente a despesas de R$ 272,3 mil.

Além dos recebíveis imobiliários, o fundo registrou R$ 392,1 mil em ganhos de capital e outras receitas. As aplicações dos recursos em caixa contribuíram com R$ 70,6 mil, enquanto os investimentos em cotas de outros fundos imobiliários adicionaram R$ 47,5 mil.

A atualização monetária dos ativos representou R$ 5,5 mil em setembro. A combinação dessas fontes resultou no lucro líquido de R$ 1,17 milhão, inferior ao apurado no mês anterior.

O histórico de distribuições em 2026 mostra ajuste gradual: de R$ 0,09 por cota até fevereiro para R$ 0,07 entre março e julho, e, desde agosto, R$ 0,05 por cota. Em setembro, o patamar foi mantido, conforme a gestão.

Renegociação do CRI Raposo e foco em crédito

Entre os eventos do mês, a gestão destacou a repactuação do cronograma de juros do CRI Raposo. O objetivo foi adequar os vencimentos da dívida à entrada de recursos provenientes da comercialização de unidades imobiliárias.

O recebível está vinculado a empreendimento no Jardim Aquarius, em São José dos Campos, no interior de São Paulo. Segundo a administração, o projeto já havia sido concluído, e as unidades vendidas estavam em processo de repasse bancário.

A estratégia reportada mantém a ênfase em crédito imobiliário de maior retorno, com atenção à gestão ativa dos recebíveis. Os resultados, receitas e distribuições informados constam no relatório gerencial de setembro de 2026.

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