O fundo imobiliário SNFF11 definiu distribuição de R$ 0,72 por cota, com data-base em 15 de abril de 2026 e pagamento em 24 de abril. Com base na cotação média de R$ 72,97 em março, o dividend yield mensal ficou em 0,99%, em linha com o histórico recente de rendimentos do fundo.
Em fevereiro, o patrimônio do SNFF11 avançou 1,46%, superando o IFIX no período, embora as cotas tenham caído 2,74% no mercado secundário. Assim, o retorno total ficou negativo em 1,81%, refletindo a volatilidade do curto prazo frente à resiliência operacional do portfólio.
O volume médio diário foi de R$ 652 mil, com as cotas encerrando fevereiro com desconto relevante: R$ 74,79 no mercado ante R$ 87,69 de valor patrimonial. Desde maio de 2021, o fundo acumula alpha de 8,95%, equivalente a 124% do IFIX, reforçando a consistência da gestão apesar de ajustes táticos.
O resultado distribuível do período foi de R$ 0,68 por cota, enquanto o pagamento efetivo atingiu R$ 0,72, com uso parcial de reservas. Ao final do mês, o SNFF11 mantinha R$ 0,10 por cota em reserva para sustentar futuras distribuições, sinalizando disciplina de caixa e previsibilidade ao cotista.
Para otimizar liquidez, o fundo realizou venda aproximada de R$ 1,5 milhão em FIIs e alocou R$ 0,5 milhão no CXCO11, priorizando oportunidades de carrego. A receita do mês somou R$ 3 milhões dos FIIs investidos, R$ 181 mil da renda fixa e contribuição marginal das ações, com fundos de desenvolvimento representando 9% do portfólio.
O SNFF11 segue em processo de incorporação ao SNME11, já aprovado em assembleia, etapa que pode ampliar escala, reduzir custos e fortalecer a governança, mantendo o foco em eficiência e geração de renda ao investidor do fundo imobiliário.
Receitas e portfólio do SNFF11
- Destaque para receitas recorrentes de FIIs
- Incremento tático via renda fixa
- Alocação seletiva em CXCO11 para carrego
