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RBRY11 dispara 87,6% no resultado de março e reforça yield

Bolsa de Valores - Investimentos

Foto: Suno/Banco

O RBRY11 reportou resultado distribuível de R$ 14,249 milhões em março de 2024, alta de 87,6% frente a fevereiro (R$ 7,595 milhões). As receitas somaram R$ 12,008 milhões e as despesas ficaram em R$ 1,397 milhão, refletindo eficiência operacional e efeitos pontuais favoráveis. O resultado por cota foi de R$ 1,12, impulsionado pelo resgate antecipado do CRI Vila Leopoldina, que adicionou R$ 0,03 por cota.

A distribuição de rendimentos foi de R$ 1,06 por cota, paga em 17 de abril, reforçando a consistência do fundo na geração de caixa. O dividend yield anualizado atingiu 12,7% sobre a cota patrimonial e 13% no preço de mercado, patamar competitivo no segmento de recebíveis.

A cota do RBRY11 valorizou 1,5% em março, acumulando 3,5% no primeiro trimestre de 2024. Desde o início das operações, o retorno total alcançou 127,8%, equivalente a 12,8% ao ano. Esses números refletem o mix de indexadores e a gestão ativa da carteira, além de eventos extraordinários que reforçaram o resultado recente.

Em termos de alocação, o fundo opera com 102% do patrimônio líquido, sendo 94,9% em CRIs e operações estruturadas. A carteira principal possui rentabilidade média de 16,8% ao ano (CDI + 2,7%) e prazo médio de 2,1 anos, com perfil de risco diversificado entre setores e emissores.

A composição atual inclui 56 CRIs e uma operação estruturada: 87% atrelados ao CDI (média CDI + 4%), 13% ao IPCA (IPCA + 0,9%) e 0,2% ao IGP-M (IGP-M + 9,2%). Essa distribuição de indexadores busca proteger o portfólio em diferentes cenários macroeconômicos e preservar o poder de compra dos rendimentos.

Em março, a gestão alocou R$ 16,1 milhões em 14 novos CRIs, com taxa média de CDI + 4,3%, e reduziu exposição em quatro operações (CRI Carteira MRV III Série II, CRI Pernambuco, CRI Pernambuco Aurora e CRI Pernambuco My Beach), totalizando R$ 18 milhões em desinvestimentos. O RBRY11 encerrou o mês com R$ 53 milhões em operações compromissadas, alavancagem equivalente a 4,2% do patrimônio, mantendo liquidez tática para novas oportunidades.

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