O fiagro OIAG11 confirmou a distribuição de R$ 0,12 por cota aos investidores com posição até 8 de abril de 2026, com pagamento previsto para 15 de abril. Considerando a cotação de R$ 9,10 no fim de março, o provento indica um dividend yield mensal aproximado de 1,32%. Para pessoas físicas, os rendimentos permanecem isentos de IR, reforçando a atratividade do ativo no curto prazo.
Em janeiro, o fundo registrou resultado de R$ 1,14 milhão, equivalente a R$ 0,127 por cota. Para sustentar o patamar de R$ 0,12, recorreu a R$ 0,007 por cota de suas reservas acumuladas. Esse uso tático ajuda a suavizar oscilações e preserva a previsibilidade de pagamentos.
Após a movimentação, o OIAG11 segue com reserva de R$ 0,145 por cota, assegurando margem para futuras distribuições. A gestão indica foco em consistência, alinhando política de proventos ao fluxo operacional e ao ciclo de alocações.
Como está a carteira do fiagro?
O fundo mantém cerca de R$ 10,2 milhões em caixa para aproveitar novas oportunidades em avaliação. Em janeiro, os fiagros responderam por 59,8% da receita, enquanto CRAs e CRIs representaram 33,7%, e a renda fixa contribuiu com 6,5%. No acumulado do ano, a participação ficou em 49,3%, 43,6% e 7%, respectivamente.
A liquidez também evoluiu, com volume de R$ 3,67 milhões negociados no mercado secundário em janeiro. A base de investidores aumentou 1,5% no período, alcançando 13.544 cotistas. Esses dados sugerem maior interesse e profundidade de mercado para o OIAG11.
Em síntese, o fiagro sustenta um nível de distribuição competitivo, amparado por reservas e por uma carteira diversificada entre fiagros, CRAs, CRIs e renda fixa. A combinação de isenção fiscal, caixa disponível para alocação e crescimento da base de cotistas reforça a tese de renda recorrente com disciplina de gestão.
