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MAXR11 anuncia maior dividendo dos últimos 4 meses

Um grupo de pessoas trabalhando em telas de computador

Imagem gerada por IA

O fundo imobiliário MAXR11 aprovou a distribuição de R$ 0,285 por cota em novos dividendos aos cotistas.

O pagamento aos investidores elegíveis ocorrerá em 14 de agosto de 2026. O montante definido é o maior dos últimos 4 meses.

A data de corte foi estabelecida em 7 de agosto de 2026. Terão direito aos proventos os cotistas com posição mantida até o encerramento do pregão daquela data.

MAXR11 detalha yield e isenção

Com a cota negociada a R$ 52,74 no fechamento de julho, o valor anunciado corresponde a um dividend yield aproximado de 0,54% no mês.

Os recursos serão creditados automaticamente na data prevista aos investidores que atendiam ao critério de posição definido pelo fundo.

Os rendimentos são isentos de Imposto de Renda para pessoas físicas que atendam aos requisitos da legislação aplicável.

Incorporação aprovada e flexibilização do regulamento

No informativo de junho de 2026, o fundo reportou atualizações de portfólio e o avanço da proposta de incorporação integral pelo Capitânia HBC Renda Urbana FII, cujo resultado da votação foi divulgado em março.

A operação foi aprovada pelos cotistas consultados e prevê, quando efetivada, a extinção do fundo, com a classe incorporadora assumindo seus direitos e obrigações.

Também recebeu aval a atualização do regulamento para ampliar a flexibilidade de investimentos em ativos imobiliários, valores mobiliários e participações em sociedades do setor.

Em abril, a taxa de ocupação, incluindo áreas em comodato, estava em 74,19%.

A composição das áreas indicava 36% efetivamente locadas, 38% em comodato e 26% vagas. O fundo informou que continua buscando locatários para os espaços vagos e também para áreas atualmente cedidas em comodato.

A carteira reunia imóveis comerciais em João Pessoa, Taguatinga, Manaus, Vitória, Belém e Brasília.

Questões operacionais em Manaus e lojas Americanas

Em 22 de abril, a locatária P CHEN comunicou que seu estabelecimento no imóvel de Manaus havia sido lacrado em razão da ausência de inscrição no Cadastro de Contribuintes do Amazonas.

O fundo respondeu que a obtenção e a manutenção das licenças e cadastros necessários são de responsabilidade da locatária, mas informou que passou a apoiar o processo de regularização por meio de prestadores especializados, contatos com a Sefaz e solicitações de esclarecimentos.

O fundo também segue acompanhando questões de conservação em imóveis ocupados pela Americanas. Segundo o relatório, foram identificadas necessidades de manutenção, incluindo infiltrações, umidade, trincas, problemas em coberturas e outros reparos em ativos como Taguatinga, Belém, Brasília e Vitória.

A Americanas já havia sido formalmente notificada sobre os reparos de sua responsabilidade, enquanto o fundo avalia eventuais benfeitorias para preservar a conservação e a atratividade dos imóveis.

Na estrutura contratual, os contratos de locação considerados pelo fundo, desconsiderando as áreas em comodato, tinham vencimento concentrado em 2029.

Além disso, 53% da área ocupada estava sujeita a revisional em 2026 e outros 18% em 2027.

O relatório também informa que o contrato com o antigo consultor do fundo foi formalmente encerrado após aprovação em assembleia.

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