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KNCR11 eleva robustez da carteira e mantém yield de 1,08%

Bolsa de valores - Ações

Foto: Suno/Banco

O dividendo do KNCR11 em maio de 2024 veio acompanhado de um resultado líquido de R$ 119,2 milhões, sustentado majoritariamente pela receita de CRIs, que somou R$ 104,1 milhões. As despesas do período ficaram em R$ 9,9 milhões, preservando a eficiência operacional do fundo. O pagamento aos cotistas está previsto para 12 de junho de 2026, reforçando a previsibilidade do fluxo de caixa aos investidores.

O FII manteve sua estratégia centrada em crédito imobiliário, com carteira total de R$ 10,964 bilhões ao fim de maio. Os CRIs respondiam por 77,8% dos ativos, as LCIs por 15,1% e o caixa em títulos públicos por 6,9%. Essa composição amplia a resiliência do portfólio, ao combinar geração de renda com liquidez tática.

No período, o dividendo do KNCR11 foi de R$ 1,10 por cota. Considerando a cota média de ingresso de R$ 102,12, a rentabilidade atingiu 1,08%, equivalente a 100% da taxa DI. Esse desempenho reflete a indexação predominante ao CDI e a gestão ativa das posições de crédito. Para investidores que buscam previsibilidade, o patamar de distribuição ficou alinhado ao carrego dos ativos.

Com o gross-up de IR a 15%, o retorno alcançou 118% do CDI, métrica útil para comparação com instrumentos tributados. Para pessoas físicas, os rendimentos seguem isentos de Imposto de Renda, o que melhora o retorno líquido na comparação com alternativas de renda fixa tradicionais. Essa vantagem fiscal permanece como diferencial competitivo do produto.

A carteira de CRIs somava R$ 8,427 bilhões distribuídos em 89 operações, quase integralmente atreladas ao CDI, com taxa média de aquisição de CDI + 2,05% ao ano. As LCIs totalizavam R$ 1,66 bilhão, com taxa média de 94% do CDI e isenção de IR, reforçando a estratégia de renda recorrente. Entre os segmentos, escritórios lideravam com 45,6%, seguidos por shoppings (27,3%) e logística (11,7%).

O dividendo do KNCR11 se apoia na originação contínua e no pipeline de desembolsos de R$ 1,815 bilhão em operações em estruturação, com liberação estimada entre 4 e 10 semanas. Em maio, o volume negociado alcançou R$ 495,54 milhões, sinalizando liquidez relevante no secundário e sustentando a eficiência na formação de preço para novas captações.

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