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JSAF11 eleva resultado e mantém R$ 0,08 por cota em abril

Um homem trabalhando em um computador com gráficos na tela

Imagem gerada por IA

JSAF11 reportou resultado de R$ 7,183 milhões em abril de 2024, um avanço de 18,7% frente a março. O fundo confirmou distribuição de R$ 0,08 por cota, o que implica Dividend Yield mensal de 1,01% considerando o fechamento a R$ 7,90. O pagamento está previsto para o décimo dia útil do mês seguinte, conforme política do fundo e calendário padrão de FII no mercado brasileiro.

As receitas totais somaram R$ 7,709 milhões no período, enquanto as despesas chegaram a R$ 526 mil, preservando margem operacional robusta. A composição da carteira segue diversificada e orientada a renda, com destaque para posições ancoradas em FIIs de tijolo e papel. Entre as principais alocações figuram FPAB11 (10,54%), RCRB11 (7,00%) e PSEC11 (6,53%), além de RBRY11, HREC11 e HSML11.

Com base no preço médio de abril (R$ 7,90), o rendimento anualizado do JSAF11 projeta 12,15%, isento de Imposto de Renda para pessoa física. Já pela cotação de maio (R$ 7,65), mantendo R$ 0,08 por cota, o Dividend Yield mensal sobe para 1,04%, equivalente a 12,48% ao ano, reforçando a atratividade relativa do fluxo de proventos.

Apesar do resultado contábil positivo, o fundo registrou performance consolidada negativa de 1,12% em abril, reflexo de ajustes de mercado e marcação a mercado dos ativos. No acumulado de 2024, entretanto, entrega retorno 0,70 ponto percentual acima do IFIX, sinalizando resiliência frente ao índice de referência e execução consistente da estratégia.

A alocação atual prioriza estabilidade de caixa: cotas de fundos imobiliários representam 80% do portfólio, liquidez (caixa) corresponde a 16% e CRIs ocupam 4%. Por estratégia, 50% visam renda, 26% combinam renda e ganho de capital e 24% focam valorização — desenho que busca equilibrar previsibilidade de proventos com potencial de apreciação.

Em síntese, o fundo imobiliário JSAF11 sustenta distribuição de R$ 0,08 por cota e mantém guidance implícito competitivo, ainda que sujeito a oscilações de curto prazo. A diversificação e a disciplina na alocação seguem como vetores-chave para sustentar o yield na faixa de 12% ao ano.

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