O IFIX encerrou o pregão desta quinta-feira (14) aos 3.868,16 pontos, alta de 0,88% e ganho acumulado de 33,82 pontos na sessão. O resultado mantém o índice próximo das máximas recentes e reforça o tom positivo do mercado de fundos imobiliários no curto prazo. Apesar do avanço, o nível atual ainda está distante do pico de 52 semanas, o que indica espaço para novas movimentações.
Ao longo do dia, a oscilação do IFIX ficou entre 3.834,35 pontos na mínima e 3.868,29 pontos na máxima intradiária. O teto de 52 semanas permanece em 3.944,38 pontos, enquanto o piso segue em 3.382,05 pontos. Esse intervalo recente sugere continuidade do viés construtivo, mas com volatilidade moderada.
Entre os fundos mais negociados, HFOF11 liderou o volume com R$ 1,16 milhão e valorização de 2,34%. GARE11 veio na sequência, com R$ 1,14 milhão e alta de 0,36%. MXRF11 completou o pódio, movimentando R$ 948,17 mil e subindo 1,22%. Esses dados reforçam o foco dos investidores em veículos líquidos e diversificados, favorecidos por prêmios de risco atrativos.
SNFF11 figurou entre os maiores destaques de alta, avançando 4,29% e fechando a R$ 75,35. VGHF11 também se destacou, com ganho de 3,71% e preço de encerramento em R$ 5,87. Entre as quedas, CACR11 recuou 2,03%, a R$ 36, sinalizando realização pontual após recentes movimentos. TVRI11 caiu 1,08% e terminou a R$ 91,02, acompanhando a dispersão setorial típica da sessão.
Com o avanço do índice e a rotação entre segmentos, investidores seguem atentos à dinâmica de juros e aos rendimentos distribuídos, fatores que moldam a atratividade relativa dos FIIs. A liquidez concentrada em poucos códigos indica seletividade, mas não impede movimentos táticos.
Perspectivas para as próximas sessões permanecem condicionadas ao calendário de dados macro e à curva de juros. Caso o apetite a risco persista, o IFIX pode testar resistências próximas, mantendo o viés positivo observado.
