O IFIX encerrou esta segunda-feira (11) em 3.868,63 pontos, queda de 53,50 pontos (-1,36%) frente ao pregão anterior. A abertura foi em 3.922,21 pontos, mas o índice perdeu tração ao longo do dia, refletindo maior aversão ao risco e ajustes após a sequência recente de ganhos.
No intradia, a máxima tocou 3.924,47 pontos, marcada ainda no início da sessão. O piso do dia coincidiu com o fechamento, em 3.868,63 pontos, indicando pressão vendedora persistente até o call final e falta de catalisadores positivos.
Apesar do recuo, o IFIX segue acima da mínima de 52 semanas (3.382,05 pontos), preservando tendência de recuperação no horizonte de médio prazo. A máxima anual permanece em 3.944,38 pontos, faixa que atua como resistência técnica relevante para o curto prazo.
Como destaque de volume, o CPTS11 (Capitania Securities II) liderou as negociações com R$ 9,51 milhões e baixa de 2,57%. O VGHF11 (Valora Hedge Fund) veio na sequência, somando R$ 2,42 milhões e queda de 7,07%, enquanto o GARE11 (Guardian Real Estate) movimentou R$ 1,64 milhão, recuando 0,48%.
Entre os mais negociados, o MXRF11 (Maxi Renda) caiu 0,50% e o GGRC11 (GGR Covepi Renda) cedeu 1,36%. Esses fundos, por integrarem carteiras de muitos investidores, ajudam a explicar a amplitude do movimento negativo do dia no índice.
O CACR11 (Cartesia Recebíveis Imobiliários) foi o destaque positivo, com alta de 22,32% e fechamento a R$ 40, revertendo parte da forte correção anterior. Na semana passada, o fundo havia acumulado queda de 59,79%, terminando a R$ 32,70, o que abriu espaço para recomposição.
Nas maiores baixas, o VGHF11 caiu 7,07% (R$ 5,66) e o MFII11 (Mérito Desenvolvimento Imobiliário I) recuou 6,66% (R$ 55,63). Esses movimentos reforçam a seletividade do mercado, com impacto concentrado em gestores expostos a maior volatilidade de crédito.
