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CPSH11 supera R$ 1 bi e entrega yield anualizado de 12,96%

Uma pessoa está escrevendo em um pedaço de papel

Imagem gerada por IA

O fundo imobiliário CPSH11 fechou fevereiro de 2026 com lucro líquido de R$ 7,438 milhões, sustentado por receitas de R$ 9,011 milhões e despesas de R$ 1,572 milhão. O resultado reflete um mês de operação regular, com efeitos positivos de aquisições realizadas no fim de 2025 e um ambiente monetário mais benigno ao varejo e shoppings.

Em linha com esse desempenho, o FII distribuiu R$ 9,239 milhões em proventos, equivalentes a R$ 0,11 por cota. Considerando o preço de fechamento de 27 de fevereiro, o dividend yield anualizado chegou a 12,96%. Esse patamar de retorno reforça a atratividade dos dividendos do CPSH11 frente ao histórico recente do setor.

CPSH11 supera R$ 1 bilhão em patrimônio

No mercado secundário, a cota terminou o mês a R$ 10,77, negociando com desconto de 6,5% em relação ao valor patrimonial de R$ 11,52 por cota. Esse deságio sugere espaço para convergência caso os fundamentos se mantenham, sobretudo com a continuidade dos repasses mensais e redução de vacância no portfólio.

Pela primeira vez desde a estreia em fevereiro de 2023, o fundo superou R$ 1 bilhão em patrimônio líquido e também em valor de mercado. O patrimônio alcançou R$ 1,09 bilhão, enquanto o market cap ficou em R$ 1,02 bilhão. Esse marco consolida o CPSH11 entre os veículos de maior escala no segmento de shoppings.

A base de investidores cresceu 6,41% no mês, totalizando 33.458 cotistas em fevereiro. Desde o início das operações, a cota acumula retorno anual de 16,8%, superando os 11,7% do IFIX, desempenho que reforça a percepção de qualidade da gestão e a resiliência das receitas de aluguel.

Ativos adquiridos em 2025

O portfólio soma área bruta locável própria de 30.413 m² e inclui ativos adquiridos no fim de 2025, como participações no Midway Mall e no Shopping Iguatemi Bosque Fortaleza. Essas adições ampliam a diversificação geográfica e o mix de lojistas, fatores relevantes para a estabilidade de receitas.

A gestão projeta manter os rendimentos do CPSH11 em R$ 0,11 por cota nos próximos 12 meses, apoiada na flexibilização monetária e na perspectiva de melhora do consumo. Para o investidor, a combinação de yield elevado, desconto patrimonial e crescimento da base de cotistas pode sustentar o interesse no ativo ao longo de 2026.

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