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Região de São Paulo desafia a Faria Lima e atrai grandes empresas

Uma mulher de camisa branca e óculos trabalhando em um laptop

Imagem gerada por IA

A região da Chucri Zaidan consolidou-se como alternativa competitiva ao eixo Faria Lima no mercado de lajes corporativas de São Paulo, impulsionada por preços mais acessíveis, queda acelerada da vacância e expansão de ocupação por grandes empresas. Consultorias e fundos imobiliários confirmam que o movimento ganhou força no primeiro trimestre de 2026, com reflexos diretos nos valores de locação e na absorção de espaços de alto padrão.

O aquecimento do mercado corporativo paulistano é notório. Relatório do Itaú BBA apontou vacância geral de 15,1% no 1T26, a menor da série histórica, enquanto a Binswanger registrou 12,8% de vacância com preço médio de R$ 144,42/m². Nesse contexto, a escassez de grandes áreas contínuas na Faria Lima e na Juscelino Kubitschek elevou os preços para R$ 310,12/m² e R$ 334,34/m², respectivamente.

A Chucri Zaidan manteve vantagem competitiva com aluguéis próximos de R$ 117,91/m², ampliando sua atratividade para empresas que precisam de lajes maiores sem comprometer a localização estratégica. A relação custo-benefício tornou-se determinante para companhias em expansão ou em busca de eficiência de portfólio.

Vacância em queda e infraestrutura de ponta reforçam a tese. Segundo o Itaú BBA, a vacância na Chucri Zaidan caiu de 26,66% em 2024 para 13,42% no 1T26, uma das reduções mais expressivas de São Paulo. O eixo BerriniRochaveráMarginal Pinheiros reúne edifícios AAA, serviços de alto nível, oferta de transporte e conectividade urbana.

Chucri Zaidan acelera a absorção no mercado AAA

A migração empresarial também aparece nos resultados dos FIIs. O BRCR11 reportou ganho de aluguel no Diamond Tower, com revisão de R$ 125 para R$ 140/m², e negociações no Eldorado Business Tower próximas de R$ 230/m², refletindo demanda qualificada. Esses movimentos sinalizam reprecificação gradual do estoque premium do eixo.

No HGRE11, a renovação da Vivo até 2031, ocupando 22,8 mil m² na Chucri Zaidan, reforça a permanência de inquilinos âncora e dá visibilidade à receita do portfólio, em que o contrato representa 23% do faturamento do FII. Com preços ainda abaixo dos principais polos concorrentes, a Chucri Zaidan tende a sustentar a expansão, combinando escala, modernidade e eficiência de custos.

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