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BTLG11 eleva resultado em 34% e paga R$ 0,80 por cota

Um homem usando um laptop em uma sala de reuniões

Imagem gerada por IA

O fundo imobiliário logístico BTLG11 divulgou seu relatório gerencial de fevereiro com distribuição de R$ 0,80 por cota, paga em março de 2026. Com base no preço de fechamento do mês anterior, o dividend yield anualizado ficou em 9,3%, reforçando a atratividade do veículo em um cenário de renda recorrente e revisões positivas de aluguel. A gestão destacou ainda estabilidade operacional e evolução nas negociações com inquilinos estratégicos.

No mês, o resultado financeiro somou R$ 53,287 milhões, alta de 34,17% sobre janeiro (R$ 39,715 milhões). Esse avanço foi impulsionado pelo reconhecimento de R$ 9,5 milhões em lucro com vendas, provenientes de resultados acumulados em SPEs, além da manutenção de despesas sob controle. As receitas totalizaram R$ 34,032 milhões, enquanto as despesas ficaram em R$ 890,5 mil, alinhadas à média histórica.

Em Ribeirão Preto, o fundo firmou contrato de cinco anos para um módulo de 2,7 mil m² com uma empresa varejista, a um valor 43% superior ao acordo anterior. Esse reajuste reflete a demanda aquecida por ativos bem localizados e especificações modernas, sustentando a tese de valorização do portfólio.

Em Mauá, houve revisão contratual com a locatária que ocupa 51% da ABL do ativo, resultando em aumento de 25% no aluguel, extensão do prazo por cinco anos a partir de janeiro de 2027 e reforço das garantias. A combinação de maior preço e alongamento contratual melhora a previsibilidade de caixa e reduz riscos de vacância.

No agregado, cerca de 80% da área passou por revisionais, com ganho real de 24% nos valores de locação. No ativo BTLG Louveira IV, a revisão gerou incremento real de 17%, evidenciando o poder de barganha do portfólio e a qualidade das localizações.

A vacância permaneceu em 2,9%, um patamar saudável para o segmento. O portfólio do BTLG11 reúne 34 imóveis totalizando 1,4 milhão de m² de ABL, com 92% dos ativos concentrados em São Paulo, o principal mercado logístico do país, favorecendo liquidez, ocupação e potenciais repasses de aluguel.

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