O XPCM11 (XP Corporate Macaé) firmou novo contrato de locação para 532,07 m² distribuídos nos andares 8º e 9º do Edifício The Corporate Macaé, em Macaé (RJ). O acordo, comunicado por fato relevante nesta semana, reforça a ocupação do ativo e consolida o posicionamento do empreendimento na região de óleo e gás. Com o fechamento, a vacância física do fundo imobiliário recua de 51% para 48,6%, conforme comparativo com o fato relevante de 9 de março de 2026.
Uma companhia do setor de óleo e gás assinou o contrato por 60 meses, com início em 18 de março de 2026. O cronograma financeiro prevê período de carência inicial, seguido de escalonamento de pagamentos ao longo do prazo, proporcionando crescimento gradual da receita por cota. Essa estrutura busca equilibrar a entrada do inquilino e a previsibilidade de fluxo para os cotistas.
No agregado do período contratado, a receita bruta total estimada é de R$ 0,480381 por cota, sem considerar correção inflacionária. A administradora ressalta que os montantes são projeções e podem variar conforme revisões de despesas e dinâmica de ocupação. Ainda assim, o efeito imediato é a melhora do perfil de renda e a redução da vacância do portfólio do fundo imobiliário.
Após a fase de carência, a receita mensal projetada é de R$ 0,017629 por cota até o 12º mês. Do 13º ao 24º mês, o valor estimado sobe para R$ 0,105772 por cota. A partir do 25º mês, a projeção alcança R$ 0,356980 por cota, refletindo o escalonamento previamente acordado. Esses patamares indicam maior contribuição do contrato à medida que o prazo avança.
A administradora destaca que as cifras são estimativas, sem garantia de rentabilidade futura, e não incluem eventuais reajustes inflacionários nem possíveis reduções de despesas condominiais. Tais variáveis podem alterar a distribuição, para mais ou para menos, conforme condições de mercado e contratos de serviços.
Com a nova locação, o XPCM11 reduz a ociosidade do ativo e fortalece a tese operacional em Macaé. A presença de um inquilino do setor de óleo e gás confere resiliência ao fluxo projetado do fundo imobiliário, enquanto o escalonamento de aluguel sugere tendência de incremento gradual de receitas ao longo do contrato.
