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VIUR11 fará 1ª amortização parcial; parcela em TRXF11 e caixa

Ações - Bolsa de Valores

Foto: Suno/Banco

O VIUR11 anunciou sua amortização parcial de cotas, no valor total estimado de R$ 102,2 milhões, beneficiando os cotistas com posição no fechamento de 8 de abril de 2026. A medida dá sequência ao fato relevante de dezembro de 2025 e marca a primeira devolução de capital do fundo. O objetivo é otimizar a alocação patrimonial e ajustar a estrutura do portfólio, mantendo transparência sobre prazos, formas de pagamento e efeitos fiscais.

A operação será executada em duas frentes. A parcela principal será liquidada via entrega de cotas do fundo imobiliário TRXF11, enquanto o saldo remanescente será pago em espécie. Essa combinação busca mitigar impactos de liquidez e oferecer ao investidor continuidade de exposição imobiliária por meio de ativo listado.

Para cada cota do VIUR11, o cotista receberá 0,03881679 cotas do TRXF11, equivalentes a R$ 3,52844701 por cota do VIUR11. O crédito das cotas está programado para 13 de abril de 2026, com negociação liberada no pregão seguinte, respeitando os prazos operacionais da B3 e dos agentes de custódia.

O montante bruto total por cota do VIUR11 será de amortização parcial de R$ 3,79139112. Desse valor, R$ 3,52844701 serão pagos em ativos do TRXF11 e R$ 0,26294411 serão depositados em dinheiro até 28 de maio de 2026. Eventuais diferenças residuais podem decorrer de arredondamentos operacionais.

A tributação seguirá a regra de 20% sobre ganhos de capital, calculados pela diferença entre o valor amortizado e o custo proporcional de aquisição. O administrador permitirá o registro do custo médio e dados fiscais entre 9 de abril e 11 de maio de 2026, etapa essencial para a correta retenção na fonte.

Cotistas que não informarem o custo dentro do prazo terão a base de cálculo estimada pelo menor valor histórico de R$ 5,00 por cota, o que pode resultar em retenção superior ao devido. Recomenda-se atenção aos prazos, à conferência do custo e à documentação fiscal, evitando divergências na apuração.

Investidores que detinham cotas antes do desdobramento de maio de 2022 devem ajustar o custo histórico, dividindo-o por 10 ao informar os dados ao administrador. Esse procedimento assegura a correta apuração do ganho e a aplicação adequada da amortização parcial nos registros do investidor.

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