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USDA vê Brasil líder em soja e expansão do milho em 2026/27

Um homem de terno e gravata está olhando um livro

Imagem gerada por IA

O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) divulgou as primeiras projeções para a safra 2026/27, destacando o avanço da produção brasileira de soja e milho. O relatório WASDE de maio reforça o papel do Brasil como fornecedor central no comércio global de grãos, apoiado por ganhos de produtividade e expansão da área cultivada.

As estimativas para a soja apontam produção em torno de 186 milhões de toneladas no ciclo 2026/27. As exportações devem atingir 117,5 milhões de toneladas, mantendo o país na liderança global da oleaginosa. Esse desempenho é sustentado por investimentos em tecnologia, logística e maior eficiência nas regiões tradicionais e em novas fronteiras agrícolas.

No caso do milho, a produção brasileira é projetada em aproximadamente 139 milhões de toneladas, com exportações estimadas em 44 milhões. O crescimento reflete a consolidação da segunda safra, uso de híbridos mais produtivos e avanço da mecanização, além de melhor manejo de solo e clima. A diversificação entre culturas também reduz riscos e sustenta margens.

O cenário positivo abre espaço para os fiagros, especialmente os veículos de crédito privado voltados ao campo. O SNAG11, que opera em produção, armazenagem, infraestrutura e capital de giro, tende a capturar a demanda por financiamento em um ciclo de maior investimento. A maior previsibilidade de escoamento e preços fortalece a originação de operações.

Em 2025, o SNAG11 entregou retorno total próximo de 42,5%, somando dividendos e valorização das cotas. A gestora Suno Asset reporta inadimplência zero desde 2022, sinalizando rigor na seleção de riscos e garantias. Esse histórico contribui para a confiança do investidor e para a estabilidade da carteira ao longo dos trimestres.

A base de cotistas do SNAG11 superou 130 mil investidores, ampliando a liquidez no mercado secundário. O crescimento reforça o interesse do investidor pessoa física no agronegócio brasileiro e melhora a formação de preços das cotas, criando um círculo virtuoso entre captação, originação e distribuição de rendimentos. Assim, as projeções do USDA funcionam como gatilho adicional para a expansão do segmento e consolidam o Brasil como referência em soja e milho.

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