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SNFF11 pagará dividendos com yield que supera 1,5%; confira valor

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Foto: Suno/Banco

O fundo de fundos da Suno Asset informou que distribuirá R$ 1,10 por cota em rendimentos referentes a junho de 2026. O pagamento ocorrerá em 24 de julho aos investidores com posição em 15 de julho.

Com base na cotação de fechamento de 30 de junho, de R$ 72,61, o valor equivale a um dividend yield mensal de aproximadamente 1,52%. Os rendimentos são isentos de Imposto de Renda para pessoas físicas, conforme as regras aplicáveis aos fundos imobiliários.

Distribuição de rendimentos do SNFF11 em julho

O cronograma divulgado considera a data de corte em 15 de julho e a liquidação em 24 de julho. O montante de R$ 1,10 por cota reflete o desempenho da carteira no período de junho de 2026, seguindo a política de distribuição informada ao mercado.

A referência para o cálculo do dividend yield foi a cotação de 30 de junho, de R$ 72,61, resultando em aproximadamente 1,52% no mês. De acordo com a legislação vigente para fundos imobiliários, os rendimentos permanecem isentos de Imposto de Renda para pessoas físicas.

Resultados de maio e fusão com SNME11

Em maio, o fundo registrou resultado de R$ 2,139 milhões, mantendo a geração de caixa e reforçando a expectativa de continuidade na distribuição de rendimentos antes da incorporação pelo SNME11. No período, o resultado distribuível totalizou R$ 0,92 por cota.

Desse montante, R$ 0,72 por cota foram provisionados para pagamento e R$ 0,20 por cota permaneceram como reserva acumulada distribuível. Segundo a gestora, a perspectiva é de seguir distribuindo o resultado recorrente nos próximos meses.

A administração também sinalizou que a reserva acumulada deverá ser integralmente repassada aos cotistas antes da conclusão do processo de fusão. No fechamento de maio, a carteira permanecia composta por 73 fundos imobiliários.

Gestão ativa da carteira e ganhos de capital

Além da geração recorrente de rendimentos, houve ganhos adicionais com a gestão ativa. Em maio, o fundo vendeu cerca de R$ 1,5 milhão em cotas do PATL11, operação que resultou em lucro de aproximadamente R$ 90 mil, conforme informado.

Também foram realizadas compras e vendas de GGRC11 que movimentaram cerca de R$ 7,7 milhões, com lucro adicional de R$ 298 mil. Somadas, as operações contribuíram com R$ 0,10 por cota em ganhos de capital no mês.

Outra movimentação relevante foi a aquisição de aproximadamente R$ 764 mil em cotas do RELG11, em meio ao processo de cisão e amortização aprovado pelos cotistas do fundo. Segundo a gestão, a transação deve trazer impacto positivo após sua conclusão.

Composição e estimativa de cota potencial

A gestora estima uma cota potencial de R$ 98,30, o que representa um potencial de valorização de aproximadamente 29,8% em relação ao preço de mercado ao fim do mês. A projeção considera a avaliação interna do portfólio e as condições observadas no período.

Ao final de maio, a carteira permanecia alocada majoritariamente em fundos imobiliários, que representavam 85% do patrimônio, enquanto 14% estavam alocados em outras posições. A composição buscou preservar a geração de caixa e a flexibilidade para a gestão ativa.

Segundo a administradora, a combinação entre resultado recorrente, reservas e ganhos de capital sustenta a expectativa de continuidade nas distribuições. A comunicação também reforçou que os repasses da reserva acumulada devem ocorrer antes da incorporação.

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