O fundo imobiliário realizará uma nova distribuição de rendimentos em 22 de outubro de 2026. O valor do repasse será de R$ 0,95 por cota, referente aos resultados de setembro.
Com base na cotação de R$ 87,42 registrada no fechamento de setembro, o montante anunciado corresponde a um dividend yield (DY) mensal aproximado de 1,09%. Esse percentual resulta da relação entre o valor por cota divulgado e o preço observado no encerramento do mês.
Black Friday boa é a que muda o seu ano. A da Suno pode mudar as próximas décadas. Na maior Black Friday da história da Suno, você vai entender, com números, a diferença entre deixar o dinheiro parado e ser sócio de boas empresas. Participe da live gratuita.
Terão direito aos rendimentos os investidores posicionados no encerramento do pregão de 15 de outubro de 2026, data definida para a identificação dos beneficiários. Aquisições realizadas a partir de 16 de outubro não conferem direito a este pagamento específico, uma vez que ocorrem após a data-base.
O crédito será proporcional à quantidade de cotas detidas na data-base. Um investidor com 1.000 cotas, por exemplo, receberá R$ 950,00 em dividendos. A liquidação dos valores ocorrerá de forma automática nas contas vinculadas às instituições responsáveis pela custódia, sem necessidade de qualquer solicitação adicional por parte dos cotistas.
Para pessoas físicas, os dividendos do fundo são isentos de Imposto de Renda, desde que cumpridas as condições previstas na legislação aplicável aos fundos imobiliários. Trata-se do tratamento tributário padrão para rendimentos distribuídos por FIIs, condicionado às regras legais vigentes.
Dessa forma, o próximo pagamento ocorrerá em 22 de outubro, considerando as posições registradas no encerramento de 15 de outubro. O calendário e os critérios divulgados delimitam quem terá direito ao repasse referente ao desempenho de setembro.
Portfólio segue ocupado e avaliação patrimonial de R$ 975 milhões
O fundo apresentou, em seu relatório gerencial de agosto de 2026, detalhes sobre a composição do portfólio imobiliário, as condições dos contratos de locação e as aquisições realizadas ao longo do ano. Na mesma atualização, foi divulgada a avaliação patrimonial de R$ 975 milhões.
Na posição mais recente informada, a carteira reunia nove propriedades, cada uma ocupada por um locatário diferente. Os empreendimentos estavam distribuídos por diferentes regiões do Brasil e atendiam empresas dos segmentos industrial, logístico e comercial.
Entre os indicadores destacados, a gestão reportou ocupação integral dos imóveis. Ao término de agosto, não havia áreas vagas no portfólio, o que confirma a manutenção de contratos ativos em todas as propriedades.
Os contratos de locação possuíam prazo médio restante de seis anos, enquanto a remuneração contratual média estava atrelada a IPCA + 10,2% ao ano. Essa estrutura permite atualização por inflação e estabelece previsibilidade de receitas ao longo do período remanescente dos contratos.
Segundo o relatório, a carteira reflete a estratégia de manter imóveis diretamente utilizados nas operações dos inquilinos, com acordos de longo prazo e remuneração vinculada a índices de preços. Essa abordagem busca combinar estabilidade de ocupação com mecanismos de reajuste contratual.
Em síntese, o fundo permanece com nove ativos locados a diferentes empresas, sem vacância ao final de agosto, e com contratos indexados a IPCA + 10,2% ao ano e prazo médio de seis anos. A avaliação patrimonial de R$ 975 milhões complementa o panorama divulgado no documento de agosto de 2026.
