Os rendimentos do HABT11 somaram R$ 11,62 por cota nos últimos 12 meses. Em junho, o fundo imobiliário (HABT11) registrou resultado de R$ 7,627 milhões, em leve queda frente aos meses anteriores. No período, as receitas totalizaram R$ 8,274 milhões e as despesas ficaram em R$ 646 mil.
O fundo distribuiu R$ 0,97 por cota no mês, equivalente a um dividend yield mensal de 1,33% sobre a cotação de fechamento. Na base anualizada, o indicador foi de 17,25% e alcançou 20,56% com o gross-up de 15% de impostos. Os proventos são isentos de Imposto de Renda para pessoas físicas dentro das condições da legislação.
O resultado financeiro de junho atingiu R$ 7,6 milhões, o que representa R$ 0,94 por cota. O patrimônio líquido encerrou o mês em R$ 766,8 milhões, com cota patrimonial ajustada de R$ 94,35. A base de cotistas diminuiu no período, terminando junho com 56.342 investidores.
Rendimentos do HABT11 em junho
Considerando o mês de referência, a distribuição de R$ 0,97 por cota refletiu a geração de resultado de R$ 7,627 milhões. Em 12 meses, a série de pagamentos acumulou R$ 11,62 por cota. As métricas de yield — 1,33% no mês e 17,25% anualizados, chegando a 20,56% com o gross-up de 15% de impostos — foram calculadas sobre a cotação de fechamento.
A administração informou que os proventos seguem isentos de Imposto de Renda para pessoas físicas, conforme os requisitos previstos em lei. O indicador de resultado financeiro, de R$ 7,6 milhões no mês, correspondeu a R$ 0,94 por cota, próximo ao patamar da distribuição.
Carteira do fundo e indexadores
Em junho, não houve novas movimentações na carteira. Ao fim do mês, 75,27% do patrimônio líquido estava alocado em CRIs, 11,81% em FIIs e 12,54% em caixa, montante equivalente a R$ 96,17 milhões. A estratégia se manteve estável no período.
Por segmento, a carteira concentra posições em multipropriedade (46%), incorporação vertical (26%) e loteamento (22%), além de outros (6%). A alocação segue distribuída entre diferentes fases e modelos do setor imobiliário.
Quanto aos indexadores, a maior parcela está atrelada ao IPCA (66,20% do PL, com taxa média de 11,35%). Na sequência aparecem CDI (5,57%, a 4,10%), INCC (1,48%, a 12,52%), IGP-M (1,40%, a 11,72%) e prefixado (0,62%, a 12,50%). Do total do patrimônio, 45% tem proteção contra deflação e 24% está sem proteção.
Exposição geográfica e securitizadoras
A carteira de CRIs é majoritariamente lastreada por operações da RIZA (49%) e da OPEA (37%). Em seguida, aparecem HABITASEC (6%), CANAL (3%), FORTESEC (3%) e BAMBOO (2%). A composição por securitizadoras indica concentração nas duas principais casas.
Regionalmente, a alocação se distribui entre Sudeste (27,86%), Nordeste (26,74%), Centro-Oeste (25,77%) e Sul (18,94%), com o Norte respondendo por 1,30%. Entre os estados, as maiores exposições são São Paulo (27,80%), Mato Grosso (20,06%), Rio Grande do Sul (15,59%) e Pernambuco (10,40%).
A distribuição por regiões e estados reforça a pulverização geográfica da carteira. Com posição predominante em CRIs, o portfólio mantém indexação majoritária ao IPCA, além de parcelas vinculadas a CDI, INCC, IGP-M e prefixado, e uma fatia relevante com proteção contra deflação.
