O fundo imobiliário ALZR11 informou a distribuição de R$ 0,08355 por cota em rendimentos aos cotistas no mês de referência.
Terão direito ao recebimento os investidores com posição ao fim do pregão desta sexta-feira (17), data-base para os proventos. As cotas serão negociadas “ex-dividendos” a partir do próximo pregão, conforme cronograma do fundo.
O pagamento está previsto para 24 de julho. Considerando o preço de fechamento da cota em junho, de R$ 10,06, o valor anunciado corresponde a um dividend yield mensal de aproximadamente 0,83%.
O fundo tem foco em imóveis logísticos e corporativos, além de ativos de varejo. A estratégia combina diversificação do portfólio com contratos de locação de longo prazo, visando geração recorrente de renda aos cotistas.
ALZR11 reporta resultado de maio e reforça reserva
Em maio, o fundo apurou resultado caixa de aproximadamente R$ 14,1 milhões, mantendo a distribuição em linha com as projeções da gestão. No período, o resultado caixa foi de R$ 0,0857 por cota, enquanto a distribuição efetiva somou R$ 0,0836 por cota.
De acordo com o relatório gerencial, o desempenho segue acima da média observada nos meses anteriores. Ao mesmo tempo, o fundo preservou sua reserva de lucros, atualmente equivalente a R$ 0,032 por cota, o que oferece flexibilidade para a manutenção de pagamentos.
A gestão estima que os rendimentos recorrentes do fundo permaneçam entre R$ 0,080 e R$ 0,082 por cota ao longo do primeiro semestre. A projeção considera apenas receitas de aluguéis e aplicações financeiras, sem incorporar potenciais ganhos com venda de ativos.
Reajustes e novos ativos reforçam receitas do fundo
Durante maio, o fundo promoveu o reajuste do aluguel do ativo Scala, corrigido pela inflação acumulada dos últimos 12 meses medida pelo IPCA. A atualização segue as cláusulas contratuais e acompanha a dinâmica inflacionária do período.
Além disso, houve recebimento em caixa de aluguéis proporcionais dos ativos Fleury e Oscar Freire Office. Essas entradas contribuíram para o desempenho operacional e sustentaram o nível de distribuição anunciado.
A estratégia permanece apoiada em contratos de longo prazo e na seleção de imóveis considerados estratégicos nos segmentos logístico, corporativo e de varejo. A atualização dos contratos pela inflação segue como mecanismo de proteção das receitas em um cenário de juros elevados e pressão inflacionária.
