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TEPP11 lucra R$ 2,94 milhões e reduz dividendos; veja o que aconteceu

Um homem usando um laptop em uma sala de reuniões

Imagem gerada por IA

Os dividendos do TEPP11 foram de R$ 0,068 por cota em agosto de 2026. No mês, o fundo imobiliário apurou R$ 2,943 milhões em resultado, equivalente a R$ 0,059 por cota. A receita totalizou R$ 4,923 milhões e as despesas somaram R$ 1,980 milhão.

O pagamento por cota superou o resultado por cota apurado em agosto. O saldo acumulado não distribuído encerrou o mês em R$ 1,929 milhão, ou R$ 0,039 por cota. Os proventos passaram dos R$ 0,125 por cota pagos anteriormente para R$ 0,068 por cota.

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Com a cotação de fechamento de R$ 7,70, a distribuição correspondeu a um dividend yield mensal de 0,88%. Em termos anualizados, o indicador atingiu 11,13%. Segundo o relatório, os rendimentos pagos representaram o equivalente a 94,78% do CDI líquido no período.

Resultados e dividendos do TEPP11 em agosto

O mês fechou com resultado de R$ 2,943 milhões, formado por R$ 4,923 milhões em receitas e R$ 1,980 milhão em despesas. A distribuição foi de R$ 0,068 por cota, acima do resultado por cota de R$ 0,059. O saldo não distribuído terminou em R$ 1,929 milhão, ou R$ 0,039 por cota.

TEPP11 negocia venda do Edifício Passarelli

Na frente imobiliária, uma das principais atualizações de agosto foi a possível alienação do Edifício Passarelli. O fundo e o potencial comprador ainda tratavam dos termos finais da documentação da operação.

À época da divulgação do relatório, a expectativa era concluir os instrumentos até o fim de setembro. A efetivação da venda permanecia condicionada ao cumprimento das condições precedentes previstas para a transação.

No encerramento de agosto, o portfólio reunia sete ativos, 57,8 mil m² de área bruta locável e 48 locatários. A vacância física estava em 10,96%, enquanto a financeira correspondia a 4,07%.

Propostas podem ocupar áreas vagas do Edifício Fujitsu

No Edifício Fujitsu, o fundo recebeu propostas para os quatro andares disponíveis, correspondentes aos 1º, 5º, 6º e 7º pavimentos. As negociações estavam em análise e elaboração de minutas.

Caso todas avancem, as áreas vagas do imóvel poderão ser integralmente ocupadas. Em paralelo, eram avaliadas intervenções no empreendimento, incluindo retrofit da área social, instalação de um café e alterações na área externa.

No Edifício Brigadeiro Faria Lima, foi concluída a revisão do aluguel de um dos locatários, com reajuste de 44% e efeitos retroativos a março. Os estudos de modernização desse imóvel continuavam, com projetos ligados às estruturas e ao sistema de combate a incêndio.

No Top Center, as intervenções abrangiam os subsolos e a infraestrutura elétrica. A gestão mantinha negociações relacionadas a novas locações, renovações e revisionais.

Já no Torre Sul, seguiam em estudo melhorias nos sistemas de ar-condicionado e elevadores.

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