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FED e juros nos EUA: por que dezembro é a próxima incógnita

Sede do Fed em Chicago (Foto: Reprodução)

Sede do Fed em Chicago (Foto: Reprodução)

O Fed deve manter os juros dos Estados Unidos entre 3,75% e 4% ao ano nesta quarta-feira (28), após a alta promovida em setembro. Analistas da XP, do BTG Pactual e da Nomad já apontam para uma possível nova elevação na reunião de dezembro, diante da inflação ainda persistente no país.

Perguntas frequentes sobre a decisão do Fed sobre juros

Qual é a expectativa para a decisão do Fed nesta quarta-feira (28)?

O mercado projeta que o Fed mantenha os juros entre 3,75% e 4% ao ano, com apenas cerca de 10% de chance de alta, segundo levantamento da XP divulgado nesta terça-feira (27).

Por que o Fed deve manter os juros em outubro?

A inflação americana segue acima da meta, mas o mercado de trabalho e o consumo mostram resistência, dando à autoridade monetária espaço para avaliar os efeitos da alta promovida em setembro antes de agir novamente.

O que indica o índice de preços ao consumidor (CPI) dos Estados Unidos?

Em setembro, o CPI acumulou alta de 3,7% em 12 meses, patamar ainda distante da meta de 2% perseguida pelo Fed.

Analistas esperam nova alta de juros em dezembro?

Sim. O BTG Pactual projeta que o Fed deixe aberta a possibilidade de elevação na reunião de 8 e 9 de dezembro, e o mercado já atribui probabilidade superior a 70% a esse cenário, segundo dados divulgados nesta terça-feira.

Como a decisão do Fed pode afetar o Brasil e outros mercados emergentes?

Juros mais altos nos Estados Unidos tornam os títulos do Tesouro americano mais atrativos, o que pode reduzir o interesse por ativos de mercados emergentes e pressionar o dólar, os juros e as bolsas locais.

O que dizem os especialistas sobre o cenário para o fim do ano?

Economistas da Nomad e da Avenue avaliam que não há urgência para uma nova alta imediata, mas a persistência da inflação mantém a possibilidade de ajuste em dezembro no radar do mercado.

Para acompanhar como as mudanças nos juros americanos podem afetar as taxas de renda fixa no Brasil, vale usar a ferramenta de comparativos de taxas do Status Invest, que ajuda a analisar opções de investimento diante do cenário macroeconômico.

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